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Texto: Redação / Fotos: Divulgação

Mamãe em processo de vegetarianismo na gravidez

Adotar o vegetarianismo na gravidez proporciona benefícios à mamãe. Mas é preciso realizar essa opção com cautela.

Pode parecer estranho, mas o vegetarianismo na gravidez não é ruim.  É preciso apenas tomar alguns cuidados na hora de montar as refeições.

Uma das grandes vantagens de seguir uma dieta vegetariana é o reduzido consumo de gorduras, que é substituído por fibras. No entanto, é preciso estar sempre atenta para não sofrer carência de ferro, levando a quadros graves de anemia. Na gestação, portanto, a opção deve ser levada muito mais a sério, pois a falta de nutrientes pode comprometer o desenvolvimento do bebê. Dessa forma, num primeiro momento, pode parecer que seguir uma alimentação sem carnes durante os nove meses é uma opção arriscada.

Porém, os especialistas são unânimes em afirmar que ser vegetariano na gravidez é saudável independentemente da fase da vida em que a pessoa se encontra. Isso porque os benefícios superam qualquer adversidade. Veja alguns dos benefícios:

  1. Protege contra hipertensão, infecções e alergias alimentares.
  2. Garante maior consumo de fibras, hidratos de carbono, magnésio, potássio e antioxidantes, como as vitaminas C e E.
  3. A dieta oferece menos gordura saturada e colesterol ruim.
  4. Possui maior consumo de fitoquímicos e antioxidantes (que combatem o envelhecimento das células)
  5. Oferece proteção contra excesso de hormônios e toxinas.
  6. E ainda possui as vantagens do consumo elevado de ácido fólico – que provém das folhas de coloração verde-escura e reduz os problemas de mal – formações do tubo neural do bebê.

Compense a falta de nutrientes por causa do vegetarianismo na gravidez

Apenas uma questão precisa ser levantada: como suplementar os nutrientes que são encontrados em maior quantidade nas carnes? Para isso, a nutricionista Silvia Campos explica. “As grávidas vegetarianas devem ingerir suplementos alimentares para suprir a vitamina B12, que é encontrada somente em alimentos de origem animal”. Como ela está relacionada ao desenvolvimento dos sistemas neurológico e sanguíneo da criança, é melhor não arriscar. Além disso, deve-se aumentar o consumo de ferro, presente no grão-de-bico, feijões, frutas secas, açaí e melado de cana, e de vitamina C. “Há que se fazer, ainda, suplementação de cálcio”, lembra Silvia.

Na modalidade ovo-lacto-vegetariana, em que se come lacticínios e ovos, as carências alimentares são reduzidas. Ou seja, quanto mais restritiva for a alimentação vegetariana, mais conhecimento se deve ter para evitar carências que podem pôr em risco a sua saúde. Seja qual for a opção, sabia que o seu médico deve ter conhecimento da sua escolha nutricional. Se você já era vegetariana antes de engravidar, pode continuar com o hábito. Caso contrário, nem pense em eliminar a carne da sua refeição bem agora que está esperando um bebê, porque mudanças drásticas devem ser evitadas nessa fase em que o corpo está em transformação. Até porque, ao contrário do que muita gente pensa, a alimentação vegetariana não evita a azia e as náuseas comuns ao primeiro trimestre da gravidez.

Desenvolvimento do bebê

Durante toda a gravidez, tanto você quanto o nenê precisam de energia, que é conseguida por meio da alimentação materna. Nessa fase, todas as necessidades nutricionais aumentam. Sendo importante escolher alimentos nutritivos que forneçam boas quantidades de fibras, minerais, vitaminas e proteínas, mas que, simultaneamente, apresentem baixas quantidades de gorduras e açúcares.

Para garantir uma gestação saudável, consuma alimentos com nutriente essenciais ao corpo nesta fase. Para as refeições principais, não abra mão de soja, tofu, ovo ou queijo. Para garantir a presença e benefícios das proteínas, agregue as leguminosas, como feijão e lentilha a cereais, como o arroz.

Não dispense vegetais de cor verde escura, pois eles são ricos em ácido fólico e ferro. Exemplo disso são a rúcula, o agrião, o espinafre e o brócolis. Para facilitar a absorção do ferro pelo organismo, ingira vitamina C. Você pode encontrá-la na laranja, no tomate e no mamão papaia. Já a necessidade do cálcio pode ser suprida ao ingerir leite e derivados. Exemplo: requeijão, iogurte e tofu, ricos nesse nutriente. E para fechar com chave de outro, coma frutas secas: nozes, amêndoas, castanhas e avelãs.

Veja também: Incômodos da gravidez e Benefícios do Pilates na gravidez

 

 

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